Fato: Após uma briga do casal, motivada por não ter o marido comprado o que sua mulher havia pedido, ela o envenenou e em seguida ateou fogo no corpo.
Advogado de defesa: A minha cliente estava sob o domínio de violenta emoção e não foi capaz de discernir e nem tão pouco determinar-se de acordo com comportamento que todos esperavam, mas isso será devidamente explicado no processo, haja vista que sob anos sofria com o relacionamento conflituoso e com a falta de compreensão de seu cônjuge.
Promotor: A ré tem que ser condenada, com a pena máxima permitida, pois se mostra uma pessoa extremamente fria e calculista, capaz de um crime de tamanha crueldade, movida por um motivo tão fútil. Ela, sem dúvida, não sairá impune desse julgamento! Juiz: Em face dos fatos a ré deve ser condenada por homicídio, duplamente qualificado, por emprego de meio cruel para execução do crime, movida por motivo fútil, enquadrando-se no artigo 121, com as qualificadoras dos incisos II e III do Código Penal.
Repórter: Será aqui na 30ª Vara Criminal da Comarca de São Paulo que ocorrerá o julgamento de Ana Maria, acusada de matar o marido com veneno e depois colocar fogo no corpo dele. As informações que temos é que o relacionamento do casal era marcado por constantes conflitos, o que teria a levado a matá-lo.
Aluna: Natália Alves Carvalho
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
As diferentes visões sobre o mesmo tema
Shopping Centers
Arquiteto: devemos projetar shopping centers que sejam anti-shopping centers - se tomarmos como exemplos a grande maioria dos que estão por aí contribuindo para o abandono das nossas ruas, dando as costas para nossas cidades. Fechados como são, simbolizam o medo e a negação da vida urbana.
Empresário: deve ser projetado com objetivo de manter o usuário o máximo tempo possível, induzindo-o a consumir.
Consumidor: gosto dos shoppings em que eu consigo resolver tudo o que preciso ali mesmo. Devem ter muitas opções de lojas, uma praça de alimentação, caixas eletrônicos.
Criança: deve ter uma brinquedoteca e uma praça de alimentação.
Portador de necessidade especial: deve ter rampas, elevadores, banheiros adaptados, enfim, uma boa acessibilidade para nós.
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Igor Sousa Soares
As diferentes formas de se passar uma mesma mensagem
Primeira versão: mensagem oficial: Descoberta da literatura (João Cabral de Melo Neto)
*
No dia-a-dia do engenho,
todasemana, durante,
cochichavam-me em segredo:
saiu um novo romance.
E da feira do domingo
me traziam conspirantes
para que o lesse e explicasse
um romance de barbante.
Sentados na roda morta
de um carro de boi, sem jante,
ouviam o folheto guenzo,
a seu leitor semelhante,
com as peripécias de espanto
preditas pelos feirantes.
_______________________________________
Segunda versão: mensagem em ordem direta
*
Durante toda a semana
no dia-a-dia do engenho,
cochichavam-me em segredo:
saiu um novo romance.
E me traziam conspirantes,
da feira do domingo,
um romance de barbante
para que o lesse e explicasse.
Sentados na roda morta
de um carro de boi, sem jante,
ouviam o folheto guenzo,
semelhante a seu leitor,
com as peripécias de espanto
preditas pelos feirantes.
no dia-a-dia do engenho,
cochichavam-me em segredo:
saiu um novo romance.
E me traziam conspirantes,
da feira do domingo,
um romance de barbante
para que o lesse e explicasse.
Sentados na roda morta
de um carro de boi, sem jante,
ouviam o folheto guenzo,
semelhante a seu leitor,
com as peripécias de espanto
preditas pelos feirantes.
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Terceira versão: mensagem com uso do vocábulo comum
*
Durante toda a semana
no dia-a-dia do engenho,
cochichavam-me em segredo:
saiu um novo romance.
E, da feira do domingo,
os trabalhadores, cheios de planos,
me traziam um folheto de cordel
para que o lesse e explicasse.
Sentados na roda, sem utilização,
de um carro de boi, sem uma das peças que constituem a roda de um veículo,
ouviam o folheto fino,
igual a seu leitor,
com as acrobacias de espanto
ditas antes pelos feirantes.
no dia-a-dia do engenho,
cochichavam-me em segredo:
saiu um novo romance.
E, da feira do domingo,
os trabalhadores, cheios de planos,
me traziam um folheto de cordel
para que o lesse e explicasse.
Sentados na roda, sem utilização,
de um carro de boi, sem uma das peças que constituem a roda de um veículo,
ouviam o folheto fino,
igual a seu leitor,
com as acrobacias de espanto
ditas antes pelos feirantes.
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Igor Sousa Soares
Ambigüidade
"O presidente americano produziu um espetáculo cinematográfico em novembro passado na Arábia Saudita, onde comeu um peru fantasiado de marine no mesmo bandejão em que era servido aos soldados americanos."
Igor Sousa Soares
Descubra o título
O menino João não tinha mais que dez anos. Apesar de franzino e da pouca idade, era o centro das atenções entre os trabalhadores dos canaviais pertencentes aos engenhos de sua família, nas cidades de São Lourenço da Mata e Moreno. Neles, passou toda a infância. O "sinhozinho" era o único que sabia ler entre uma massa de trabalhadores analfabetos.
Nos dias de folga, os trabalhadores corriam até a feira para comprar folhetos de cordel. Com xilogravuras ilustrando as capas, os pequenos livretos traziam histórias de amor, traições, crimes, aventuras, milagres, recriações de clássicos e a violência do cangaço em forma de poesia popular. De volta ao engenho os trabalhadores pegavam o menino Jõao na casa grande. Ele era o responsável pelas melhores horas de lazer daqueles homens rudes, que passavam dias seguidos com uma única ocupação: o corte da cana. Logo, se fazia uma roda em torno do garoto responsável pelas sessões de leitura. O menino era colocado em cima de um carro-de-boi. O silêncio imperava. Todos ficavam atentos e cheios de espanto com as histórias dos versos de cordel recitadas por ele.
A cena se passa na Zona da Mata pernambucana nos anos 20 e fica para sempre nas lembranças de um dos maiores poetas da língua portuguesa, Jõao Cabral de Melo Neto. Cinco décadas depois, no final dos anos 70, ele transformou essa memória em poema.
Igor Sousa Soares
Nos dias de folga, os trabalhadores corriam até a feira para comprar folhetos de cordel. Com xilogravuras ilustrando as capas, os pequenos livretos traziam histórias de amor, traições, crimes, aventuras, milagres, recriações de clássicos e a violência do cangaço em forma de poesia popular. De volta ao engenho os trabalhadores pegavam o menino Jõao na casa grande. Ele era o responsável pelas melhores horas de lazer daqueles homens rudes, que passavam dias seguidos com uma única ocupação: o corte da cana. Logo, se fazia uma roda em torno do garoto responsável pelas sessões de leitura. O menino era colocado em cima de um carro-de-boi. O silêncio imperava. Todos ficavam atentos e cheios de espanto com as histórias dos versos de cordel recitadas por ele.
A cena se passa na Zona da Mata pernambucana nos anos 20 e fica para sempre nas lembranças de um dos maiores poetas da língua portuguesa, Jõao Cabral de Melo Neto. Cinco décadas depois, no final dos anos 70, ele transformou essa memória em poema.
Igor Sousa Soares
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Reescritura do texto
Texto informativo:
O engenheiro escocês John Logie Baird foi um dos pioneiros da televisão. Em 2 de Outubro de 1925, ele conseguiu transmitir uma imagem identificável da cabeça de um boneco. Ele chamou um auxiliar para subir em seu laboratório. O rapaz, sentado sob fortes luzes, tornou-se a primeira imagem viva a ser transmitida pela televisão.
O engenheiro escocês John Logie Baird foi um dos pioneiros da televisão. Em 2 de Outubro de 1925, ele conseguiu transmitir uma imagem identificável da cabeça de um boneco. Ele chamou um auxiliar para subir em seu laboratório. O rapaz, sentado sob fortes luzes, tornou-se a primeira imagem viva a ser transmitida pela televisão.
Conto:
Era uma vez, um jovem engenheiro escocês chamado John Logie Baird. Um belo dia, no sótão de sua casa, ele conseguiu transmitir uma imagem identificável da cabeça de um boneco, chamado Bill. John correu, então, para seu escritório no andar térreo e convenceu um colega, espantado, a subir a seu laboratório. O assustado rapaz, sentado sob fortes luzes, tornou-se a primeira imagem viva a ser transmitida pela televisão.
Igor Sousa Soares
Igor Sousa Soares
Texto com emprego de palavras desconhecidas
dipirona sódica
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
Contra-indicações
A dipirona sódica não deve ser administrada por pacientes com:
-Hipersensibilidade à dipirona sódica ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a outras pirazolonas ou a pirazolidinas incluindo, por exemplo, caso anterior de agranulocitose em reação a um destes medicamentos.
- Certas doenças metabólicas tais como: porfiria hepática aguda intermitente e deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (risco de hemólise).
- Função da medula óssea insuficiente ou doenças do sistema hematopoiético.
- Asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema, ou seja, em pacientes com desenvolvimento anterior de broncoespasmo ou outras reações anafilactóides provocadas por salicilatos, paracetamol ou outros analgésicos não-narcóticos.
Igor Sousa Soares
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
Contra-indicações
A dipirona sódica não deve ser administrada por pacientes com:
-Hipersensibilidade à dipirona sódica ou a qualquer um dos componentes da formulação ou a outras pirazolonas ou a pirazolidinas incluindo, por exemplo, caso anterior de agranulocitose em reação a um destes medicamentos.
- Certas doenças metabólicas tais como: porfiria hepática aguda intermitente e deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (risco de hemólise).
- Função da medula óssea insuficiente ou doenças do sistema hematopoiético.
- Asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema, ou seja, em pacientes com desenvolvimento anterior de broncoespasmo ou outras reações anafilactóides provocadas por salicilatos, paracetamol ou outros analgésicos não-narcóticos.
Igor Sousa Soares
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